Mentindo para o pai
Olá, pessoal.
Essa estória aconteceu hoje, dia 03 de junho, data em que começo esse blog. Como eu disse, alguns posts ficarão fora da cronologia, até mesmo para eu não esquecer-me.
Bom, eu estava no setor Balneário Meia-Ponte, quando recebi uma chamada, com o nome de Ygor (não usarei os nomes reais, a fim de preservar os personagens, ok?). Quando cheguei ao local, na verdade, não era o Ygor que iria comigo, mas sua (provável) namoradinha. Ambos são jovens, por isso, o "inha". O destino dela estaria a 15 minutos dali.
Boa de conversa, já me contou que estava com um pouco de ressaca, pois, "ontem eu e ele, a gente foi numa festa, bebemos um pouco (...) saímos de lá às 4 da manhã". Talvez, até normal pra essa galera jovem de hoje, não é?
Ela me disse, também, que havia reencontrado esse rapaz, que já o conhecia há algum tempo e, ao saírem da festa, ela achou melhor dormir na casa dele, junto com outros amigos e amigas, já que ele, Ygor, estava sozinho em casa. Ela ainda completou, falando que havia dito aos pais que dormiria na casa de uma amiga. Isso devia ser meio-dia e poucos minutos. Pelos seus trajes, um short jeans e uma blusinha que deixava as marcas de biquíni à mostra, achei que a garota já estivesse nos seus 17, 18 anos. Foi quando lhe perguntei a idade. "Tenho 14.", ela disse. Ri e perguntei novamente: "Tenho 14", disse ela, rindo também. Tudo bem, a vida "é dela", né?
Chegando à casa dela, seu pai também fazia o mesmo, numa bicicleta velha. Sem camisa, aparentando uns 40 e qualquer coisa, parecia estar voltando de um boteco. Pessoas simples, no entanto. Ela disse que iria pegar o dinheiro com ele e já voltava. Esperei por uns 3 minutos, até que o pai apareceu, cumprimentou e pagou. Mas, antes de sair, me perguntou: "Você pegou ela lá no Balneário, né?" (sic). Fiquei meio assim, mas, disse: "pelo que me lembro, foi, sim.". Ele olhou rapidamente pra casa, voltou pra mim, e disse: "Essa garota tá mentindo pra mim. Tem jeito, não.".
Mentindo, e mentindo feio, amigo! Dá um jeito de ser amigo de seus filhos, pois, só assim, eles não verão segurança em outras amizades, especialmente, as que o senhor não deseja.
Essa estória aconteceu hoje, dia 03 de junho, data em que começo esse blog. Como eu disse, alguns posts ficarão fora da cronologia, até mesmo para eu não esquecer-me.
Bom, eu estava no setor Balneário Meia-Ponte, quando recebi uma chamada, com o nome de Ygor (não usarei os nomes reais, a fim de preservar os personagens, ok?). Quando cheguei ao local, na verdade, não era o Ygor que iria comigo, mas sua (provável) namoradinha. Ambos são jovens, por isso, o "inha". O destino dela estaria a 15 minutos dali.
Boa de conversa, já me contou que estava com um pouco de ressaca, pois, "ontem eu e ele, a gente foi numa festa, bebemos um pouco (...) saímos de lá às 4 da manhã". Talvez, até normal pra essa galera jovem de hoje, não é?
Ela me disse, também, que havia reencontrado esse rapaz, que já o conhecia há algum tempo e, ao saírem da festa, ela achou melhor dormir na casa dele, junto com outros amigos e amigas, já que ele, Ygor, estava sozinho em casa. Ela ainda completou, falando que havia dito aos pais que dormiria na casa de uma amiga. Isso devia ser meio-dia e poucos minutos. Pelos seus trajes, um short jeans e uma blusinha que deixava as marcas de biquíni à mostra, achei que a garota já estivesse nos seus 17, 18 anos. Foi quando lhe perguntei a idade. "Tenho 14.", ela disse. Ri e perguntei novamente: "Tenho 14", disse ela, rindo também. Tudo bem, a vida "é dela", né?
Chegando à casa dela, seu pai também fazia o mesmo, numa bicicleta velha. Sem camisa, aparentando uns 40 e qualquer coisa, parecia estar voltando de um boteco. Pessoas simples, no entanto. Ela disse que iria pegar o dinheiro com ele e já voltava. Esperei por uns 3 minutos, até que o pai apareceu, cumprimentou e pagou. Mas, antes de sair, me perguntou: "Você pegou ela lá no Balneário, né?" (sic). Fiquei meio assim, mas, disse: "pelo que me lembro, foi, sim.". Ele olhou rapidamente pra casa, voltou pra mim, e disse: "Essa garota tá mentindo pra mim. Tem jeito, não.".
Mentindo, e mentindo feio, amigo! Dá um jeito de ser amigo de seus filhos, pois, só assim, eles não verão segurança em outras amizades, especialmente, as que o senhor não deseja.

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