Será que vai ser agora?
Assaltos viraram coisa comum, infelizmente, tendo motoristas da Uber como vítimas. Em Goiânia, pelo menos, não se passa duas semanas sem que um parceiro tenha sido vítima. Não está fácil, Uber!
Eu, mesmo, já passei/passo por situações em que penso: "será que vai ser agora?" Mas, graças à boa natureza das coisas, isso não aconteceu durante esse tempo que estou na Uber, e espero que assim continue.
Bom, dias atrás, recebi uma chamada nas imediações do Setor Urias Magalhães, onde eu já estava. A chamada era (supostamente) de uma mulher, e isso já passava das 23h30.
Cheguei ao endereço da chamada, ruas estreitas e escuras, ninguém na rua. Parei sob uma árvore, esperei um pouco, até que, pelo retrovisor do meu lado, observei três caras (lógico, num lugar como aquele, suspeitos) descendo a rua. Olhei para o retrovisor do lado do passageiro, a fim de tentar vislumbrar a figura da passageira no mesmo, mas nada. Ela não havia saído. Ao olhar novamente para o "meu" retrovisor, avistei somente dois, dos três sujeitos. "Fodeu!", pensei. Olhei novamente para o outro retrovisor, para o central, também, e não localizei o terceiro indivíduo. Quando dei por mim, ele estava batendo no portão de uma das casas. Enquanto isso, os outros dois, estavam parados, esperando por ele. Um outro atendeu o portão. A mulher nada de aparecer. "Sacanagem", pensei de novo, enquanto observava o movimento dos caras. Notei que mais um subia a rua, em direção a eles. "Me ferrei de verde, amarelo, azul e branco.", pensei de novo.
Quando decidi mover o carro, o que havia chamado no portão do amigo virou pra mim e perguntou "quem é?". Eu disse o nome da passageira. Ele pensou, olhou para os amigos, os perguntou se a conheciam, recebendo um "não" como resposta. "Que rua?". Eu disse. Ele apenas apontou a rua que cruzava aquele em que estávamos, a rua mais escura do bairro, pelo jeito. Dirigi até ela, andei por uns metros, não vi nada da mulher. Tive que retornar para o local, passando devagar, para o caso da passageira ter aparecido. E nada. Somente os sujeitos, todos juntos, agora, olhando eu passar. Cancelei a corrida e vazei. Já havia dado muita chance ao azar.
Eu, mesmo, já passei/passo por situações em que penso: "será que vai ser agora?" Mas, graças à boa natureza das coisas, isso não aconteceu durante esse tempo que estou na Uber, e espero que assim continue.
Bom, dias atrás, recebi uma chamada nas imediações do Setor Urias Magalhães, onde eu já estava. A chamada era (supostamente) de uma mulher, e isso já passava das 23h30.
Cheguei ao endereço da chamada, ruas estreitas e escuras, ninguém na rua. Parei sob uma árvore, esperei um pouco, até que, pelo retrovisor do meu lado, observei três caras (lógico, num lugar como aquele, suspeitos) descendo a rua. Olhei para o retrovisor do lado do passageiro, a fim de tentar vislumbrar a figura da passageira no mesmo, mas nada. Ela não havia saído. Ao olhar novamente para o "meu" retrovisor, avistei somente dois, dos três sujeitos. "Fodeu!", pensei. Olhei novamente para o outro retrovisor, para o central, também, e não localizei o terceiro indivíduo. Quando dei por mim, ele estava batendo no portão de uma das casas. Enquanto isso, os outros dois, estavam parados, esperando por ele. Um outro atendeu o portão. A mulher nada de aparecer. "Sacanagem", pensei de novo, enquanto observava o movimento dos caras. Notei que mais um subia a rua, em direção a eles. "Me ferrei de verde, amarelo, azul e branco.", pensei de novo.
Quando decidi mover o carro, o que havia chamado no portão do amigo virou pra mim e perguntou "quem é?". Eu disse o nome da passageira. Ele pensou, olhou para os amigos, os perguntou se a conheciam, recebendo um "não" como resposta. "Que rua?". Eu disse. Ele apenas apontou a rua que cruzava aquele em que estávamos, a rua mais escura do bairro, pelo jeito. Dirigi até ela, andei por uns metros, não vi nada da mulher. Tive que retornar para o local, passando devagar, para o caso da passageira ter aparecido. E nada. Somente os sujeitos, todos juntos, agora, olhando eu passar. Cancelei a corrida e vazei. Já havia dado muita chance ao azar.

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