Óóó o gáááiisss!


Desculpem-me pelo pecado ortográfico no título, foi apenas para acompanhar a "onda do momento", mas relacionando-me a outro tipo de gás. Bem, vamos lá.
Recebi uma chamada enquanto estava no Setor Universitário. Nessa época, eu devia ter uns 2 ou 3 meses na Uber, somente. 
A chamada vinha de um bar/restaurante, já das antigas, abaixo da 11ª Avenida, próximo à praça das universidades. Era um rapaz de uns 30 anos, mais ou menos, que aparentou pesar uns 120 Kg. Tudo bem, né? O carro dá conta.
Gente boa, fomos conversando durante o percurso, que não era longo. Com o ar ligado e o carro fechado, conversamos sobre a comida daquele bar, já tradicional; sobre música - em meu carro deixo rolando o que gosto de ouvir, que é rock e gêneros melhores do que pagode, sertanejo, fanque, e outros que não curto -, já que ele também gostava de rock.
Beleza. Chegamos ao destino. Assim que o cara foi descer, não conseguiu segurar. Soltou um sonoro peido, daqueles de dois segundos, mas o suficiente pra deixar o cara sem jeito e, eu, desesperado. Ele me pediu desculpas, quase sem conseguir, e foi quando eu abri rapidamente as quatro janelas do carro e, na mesma rapidez, bati o odorizador e acelerei. Não vi mais o cara, mas, ele não deve ter se esquecido disso, também. Se um dia ele ler isso aqui, e pensar que pode ter sido a estória dele, fique sabendo que tudo bem, no final, amigo: não cheguei a sentir o fedor. :))

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